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Ide… e curai os enfermos

Ide… e curai os enfermos

Lembram daquele meu amigo que me enviou algumas perguntas feitas por um ateu? Pois bem, recebi uma nova pergunta, não do ateu, mas do meu amigo, que é médico. Eis a pergunta: “Jesus disse: Ide e curai os enfermos! Gostaria que você me mandasse sua interpretação dessa frase”.

Eu adoro esses questionamentos, pois me fazem mergulhar ainda mais na palavra de Deus, em busca de respostas. E não há nada mais prazeroso do que mergulhar na palavra de Deus.

Eis como eu interpreto o “ide e curai os enfermos”: Eu acredito que fomos chamados por Jesus para anunciarmos o evangelho – boa nova da nossa salvação, para curar os quebrantados de coração, para pregarmos liberdade aos cativos, para restaurarmos a visão dos cegos, para por em liberdade os oprimidos e para ressuscitar os mortos. Tudo isso.

Mas, antes de curarmos qualquer doença, precisamos saber a sua origem, sua causa, para que possamos empregar o remédio adequado, não é mesmo? Por isso, antes de falarmos sobre o “ide e curai os enfermos” precisamos fazer uma breve viagem no tempo, a fim de entendermos a causa dessas enfermidades. Afinal de contas, por que ficamos doentes?

A resposta é simples. A doença é fruto do nosso pecado. Ou melhor, do nosso estado pecaminoso. É consequência da queda do homem. Antes de Adão e Eva sucumbirem ao pecado não havia sequer morte, que dirá doença. Deus advertiu sobre a morte quando disse para Adão não comer do fruto do conhecimento do bem e do mau. Veja: “Mas da árvore do conhecimento do bem e do mal, dela não comerás; porque no dia em que dela comeres, certamente morrerás (Gênesis 2:17).

No dia em que Adão e Eva desobedeceram a Deus, a raça humana sofreu duas terríveis mortes, uma imediata e uma iminente.

A primeira foi a morte espiritual. Fomos afastados da presença de Deus (O Senhor Deus, pois, o lançou fora do jardim do Éden, para lavrar a terra de que fora tomado – Gênesis 3:23). No Jardim do Éden Deus passeava e falava com o homem, o que nos leva a crer que sua presença era algo visível e palpável (Gênesis 3:8). Mas, pela desobediência, o homem foi lançado fora do Jardim (ou seja, da presença de Deus – morte espiritual – imediata).

A segunda foi a morte carnal. Deus, além de nos retirar de sua presença, ainda colocou anjos guardando a árvore da vida (vida eterna – Gênesis 3:24), a qual tínhamos acesso antes, e que será dada novamente aos que creem em Jesus, na nova terra (morte carnal, física, morte iminente).

“Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas: Ao que vencer, dar-lhe-ei a comer da árvore da vida, que está no meio do paraíso de Deus.” (Apocalipse 2:7). “Bem-aventurados aqueles que guardam os seus mandamentos, para que tenham direito à árvore da vida, e possam entrar na cidade pelas portas.” (Apocalipse 22:14).

Por conta disso, hoje, a humanidade ESTÁ morta espiritualmente (afastada da presença de Deus) e, por conta disso, MORREMOS fisicamente (morte iminente): “Portanto, como por um homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado a morte, assim também a morte passou a todos os homens por isso que todos pecaram.” (Romanos 5:12).

Bom, querendo ou não, toda morte é consequência de uma enfermidade (que segundo o Aurélio é toda debilidade, doença, ou outra causa que produza fraqueza). Ainda que a pessoa morra de velhice (a chamada morte natural), a causa da morte será uma insuficiência. Talvez cardíaca, pulmonar ou generalizada. Não importa, algo em nosso corpo ficará débil e nos levará à morte (física). Ou seja, mesmo a “morte natural”, não é natural, é consequência do pecado. Em resumo: a causa de toda enfermidade é o pecado original, pois foi ele quem nos trouxe a morte.

Então, qual a cura para o pecado?

Eis que surge Jesus, “o cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo” (João 1:29). “O caminho, a verdade e a VIDA” (João 14:6). E o que afirmou: “Eu sou a ressurreição e a vida; quem crê em mim, ainda que esteja morto, viverá;” (João 11:25).

Ou seja, em Cristo, nós, os que estávamos mortos espiritualmente (morte imediata) e que vamos morrer fisicamente (morte iminente), recebemos duas coisas: uma cura imediata e outra cura iminente.

Primeiro – novo nascimento espiritual. Em cristo recebemos o Espírito Santo de Deus, que passa a habitar no cristão (presença de Deus conosco novamente  – 1 Coríntios 3:16 e Efésios 2:22), razão pela qual passamos da morte para a vida (morte espiritual para a vida espiritual). É algo imediato. “Na verdade, na verdade vos digo que quem ouve a minha palavra, e crê naquele que me enviou, TEM a vida eterna, e não entrará em condenação, mas PASSOU da morte para a vida.” (João 5:24).

Segundo – a promessa da ressurreição da carne. Hoje a morte física ainda persiste, mas nos é garantida a ressurreição. Ou seja, o ressurgimento dos nossos corpos carnais, porém, agora, transformado, sem corrupção (imortais). “Eis aqui vos digo um mistério: Na verdade, nem todos dormiremos, mas todos seremos transformados; Num momento, num abrir e fechar de olhos, ante a última trombeta; porque a trombeta soará, e os mortos ressuscitarão incorruptíveis, e nós seremos transformados. Porque convém que isto que é corruptível se revista da incorruptibilidade, e que isto que é mortal se revista da imortalidade. E, quando isto que é corruptível se revestir da incorruptibilidade, e isto que é mortal se revestir da imortalidade, então cumprir-se-á a palavra que está escrita: Tragada foi a morte na vitória.” (1 Coríntios 15:51-54). Somente então, deixaremos de morrer fisicamente.

Com Jesus, não há espaço para a morte, nem física, nem espiritual. A morte espiritual (afastamento de Deus), como eu disse, é curada por Jesus em nós imediatamente após crermos que Ele é nosso suficiente salvador. A morte física ainda será curada por ele. “Ora, o último inimigo que há de ser aniquilado é a morte.” (1 Coríntios 15:26).

Porém, eu acredito que a intenção maior de Jesus ao nos comissionar para o “ide” foi o de restaurar (ou seja: salvar, curar, libertar, dar a visão, ressuscitar) nossa comunhão com Deus, ou seja, cura espiritual. Deus conosco. Isso porque, curando nosso espírito, nos é garantida a ressurreição do corpo.

Há cegueira espiritual? Sim! Então devemos dar visão a esses cegos. Há pessoas aprisionadas em medos e angústias (embora livres de prisões físicas) e também oprimidas por demônios? Sim! Então devemos pregar liberdade a esses cativos. Há pessoas mortas espiritualmente? Muitas! Então, precisamos levar a Elas a mensagem de Cristo, capaz de ressuscitar o corpo e salvar a alma.

Mas então porque Jesus curava os enfermos fisicamente (e também expulsava demônios e ressuscitava mortos)? Para glorificar a Deus. Para nos servir de sinal. Para que se cumprisse o que já havia sido predito sobre Ele. E para que nós pudéssemos crer.

“E, chegando a Nazaré, onde fora criado, entrou num dia de sábado, segundo o seu costume, na sinagoga, e levantou-se para ler. E foi-lhe dado o livro do profeta Isaías; e, quando abriu o livro, achou o lugar em que estava escrito: O Espírito do Senhor é sobre mim, Pois que me ungiu para evangelizar os pobres. Enviou-me a curar os quebrantados de coração, A pregar liberdade aos cativos, E restauração da vista aos cegos, A pôr em liberdade os oprimidos, A anunciar o ano aceitável do Senhor. E, cerrando o livro, e tornando-o a dar ao ministro, assentou-se; e os olhos de todos na sinagoga estavam fitos nele. Então começou a dizer-lhes: Hoje se cumpriu esta Escritura em vossos ouvidos.” (Lucas 4:16-21)

“E, chegada a tarde, trouxeram-lhe muitos endemoninhados, e ele com a sua palavra expulsou deles os espíritos, e curou todos os que estavam enfermosPara que se cumprisse o que fora dito pelo profeta Isaías, que diz: Ele tomou sobre si as nossas enfermidades, e levou as nossas doenças.” (Mateus 8:16-17).

Ou seja, Jesus curou os doentes, libertou os endemoninhados, ressuscitou mortos (tudo isso fisicamente), para que se cumprisse o que já havia sido dito a Seu respeito, a fim de que nós pudéssemos crer nEle e glorificar a Deus.

Da mesma forma, Ele, ao nos comissionar ao Ide, disse: “Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda criatura. Quem crer e for batizado será salvo; mas quem não crer será condenado. E estes sinais seguirão aos que crerem: Em meu nome expulsarão os demônios; falarão novas línguas; Pegarão nas serpentes; e, se beberem alguma coisa mortífera, não lhes fará dano algum; e porão as mãos sobre os enfermos, e os curarão.” (Marcos 16:15-18). “E, convocando os seus doze discípulos, deu-lhes virtude e poder sobre todos os demônios, para curarem enfermidades. E enviou-os a pregar o reino de Deus, e a curar os enfermos.” (Lucas 9:1-2).

Logo, nós (os que cremos), também recebemos poder (dons) para fazermos as mesmas coisas que Jesus fez, e coisas ainda maiores. “Na verdade, na verdade vos digo que aquele que crê em mim também fará as obras que eu faço, e as fará maiores do que estas, porque eu vou para meu Pai. (João 14:12).

Porém, os sinais que seguem aos que creem tem propósitos mais específicos, quais sejam: primeiro, para glorificar a Deus; segundo, para servir de sinal, a fim de levar o povo a crer. Não creio na cura pela cura apenas.

Vamos supor que eu tenha o dom da cura. Isso significa que eu devo ir ao doente, curá-lo e ir embora? Levanta-te e anda e segue sua vida em pecado? Não! O dom da cura deve ser acompanhado do evangelismo, da pregação da palavra (na verdade, se olharmos bem as passagens, vemos que a pregação precede a cura – pregue e faça, pregue e faça…). Tudo isso deve ser efetuado de forma a glorificar a Deus e a levar a pessoa a crer nEle. E nunca (eu disse nunca) para benefício próprio ou glorificação pessoal.

Todo crente tem o dom da cura? Não, nem todo. Essa é a graça dos dons de Deus, ele os reparte como quer, para que nos ajudemos uns aos outros.

“Ora, há diversidade de donsmas o Espírito é o mesmo. E há diversidade de ministérios, mas o Senhor é o mesmo. E há diversidade de operações, mas é o mesmo Deus que opera tudo em todos. Mas a manifestação do Espírito é dada a cada um, para o que for útil. Porque a um pelo Espírito é dada a palavra da sabedoria; e a outro, pelo mesmo Espírito, a palavra da ciência; E a outro, pelo mesmo Espírito, a fé; e a outro, pelo mesmo Espírito, os dons de curar; E a outro a operação de maravilhas; e a outro a profecia; e a outro o dom de discernir os espíritos; e a outro a variedade de línguas; e a outro a interpretação das línguas. Mas um só e o mesmo Espírito opera todas estas coisas, repartindo particularmente a cada um como quer. Porque, assim como o corpo é um, e tem muitos membros, e todos os membros, sendo muitos, são um só corpo, assim é Cristo também. Pois todos nós fomos batizados em um Espírito, formando um corpo, quer judeus, quer gregos, quer servos, quer livres, e todos temos bebido de um Espírito.” (1 Coríntios 12:4-13) – “Porventura são todos apóstolos? são todos profetas? são todos doutores? são todos operadores de milagres? Têm todos o dom de curar? falam todos diversas línguas? interpretam todos? Portanto, procurai com zelo os melhores dons; e eu vos mostrarei um caminho mais excelente.” (1 Coríntios 12:29-31). Destaco aqui, apenas por curiosidade, que o caminho mais excelente, que o Apóstolo Paulo mostra, na continuação desse texto, é o amor, sem o qual, nenhum outro dom teria proveito (1 Coríntios 1:13).

Alguns tem esse dom, outros não. Mas, não importa o dom que a pessoa tenha, o objetivo é sempre o mesmo: edificar o corpo de Cristo (crescimento da igreja, que se dá pela conversão do incrédulo) e glorificar a Deus. Nunca para mérito próprio.

Um exemplo disso era o próprio Apóstolo Paulo. Ele tinha os sinais de um crente, dentre os quais, o dom de curar pessoas. É possível ver isso no livro de Atos:

“Mas, sacudindo ele a víbora no fogo, não sofreu nenhum mal [foi picado por uma serpente e não morreu]. E eles esperavam que viesse a inchar ou a cair morto de repente; mas tendo esperado já muito, e vendo que nenhum incômodo lhe sobrevinha, mudando de parecer, diziam que era um deus. E ali, próximo daquele lugar, havia umas herdades que pertenciam ao principal da ilha, por nome Públio, o qual nos recebeu e hospedou benignamente por três dias. E aconteceu estar de cama enfermo de febre e disenteria o pai de Públio, que Paulo foi ver, e, havendo orado, pôs as mãos sobre ele, e o curou. Feito, pois, isto, vieram também ter com ele os demais que na ilha tinham enfermidades, e sararam.” (Atos 28:5-9). Paulo curou todos os enfermos daquela ilha.

Porém, tais curas tiveram um propósito: glorificar a Deus e levar o povo daquele local a crer. A prova disso é que esse Públio, que teve o pai curado, tornou-se posteriormente São Públio (em maltês San Publju), considerado o primeiro bispo de Malta. Sua conversão, provavelmente após a visita de Paulo (e da cura de seu pai), fez de Malta a primeira nação cristã no ocidente e uma das primeiras do mundo. Ele foi martirizado por volta de 125 d.C., durante a perseguição aos cristãos do imperador romano Adriano (Fonte: Wikepedia).

Paulo, porém, apesar de ter o dom da cura, não pode curar a si mesmo. Veja: “E, para que não me exaltasse pela excelência das revelações, foi-me dado um espinho na carne, a saber, um mensageiro de Satanás para me esbofetear [dizem os estudiosos que esse espinho foi, provavelmente, uma doença no olho], a fim de não me exaltar [glória própria]. Acerca do qual três vezes orei ao Senhor para que se desviasse de mim. E disse-me: A minha graça te basta, porque o meu poder se aperfeiçoa na fraqueza. De boa vontade, pois, me gloriarei nas minhas fraquezas, para que em mim habite o poder de Cristo.” (2 Coríntios 12:7-9). Paulo orou três vezes pedindo a cura, mas Deus disse: minha graça te basta.

Paulo também não curou Timóteo, que sofria de problemas no estômago, tendo apenas recomendado que esse bebesse um pouco de vinho com água: “Não bebas mais água só, mas usa de um pouco de vinho, por causa do teu estômago e das tuas frequentes enfermidades.” (1 Timóteo 5:23).

Paulo também não curou Trófimo, deixando-o doente: “Erasto ficou em Corinto, e deixei Trófimo doente em Mileto.” (2 Timóteo 4:20).

Mas, se Paulo tinha o dom, porque não se curou e não curou os demais? E se hoje alguns também o tem esse dom, porque não curamos todos? Simplesmente porque essa não é a vontade de Deus. A vontade de Deus é que nós sejamos salvos – cura espiritual – mas não para agora, mas para o por vir. A vontade de Deus é que nós o glorifiquemos pelo que Ele é, e não que o busquemos apenas pelo que Ele é capaz de fazer em nosso benefício, como um amuleto da sorte, como uma poção mágica, como um remédio. Deus não é farmácia.

Deus é o médico dos médicos, e bem por isso já enviou o remédio para nossa principal doença, o pecado, que como disse é a raiz de todas as nossas enfermidades, físicas e espirituais. E esse remédio é Jesus Cristo.

“E Jesus, respondendo, disse-lhes: Não necessitam de médico os que estão sãos, mas, sim, os que estão enfermos; Eu não vim chamar os justos, mas, sim, os pecadores, ao arrependimento.” (Lucas 5:31-32). Jesus, mais do que curar nosso corpo físico, veio curar nossa alma e levar sobre si nossos pecados e nossas enfermidades espirituais.

“Levando ele mesmo em seu corpo os nossos pecados sobre o madeiro, para que, mortos para os pecados, pudéssemos viver para a justiça; e pelas suas feridas fostes sarados. Porque éreis como ovelhas desgarradas [perdidas, necessitadas de reconciliação com o pastor]; mas agora tendes voltado ao Pastor e Bispo das vossas almas.” (1 Pedro 2:24-25).

“Isto é, Deus estava em Cristo reconciliando consigo o mundo, não lhes imputando os seus pecados; e pôs em nós a palavra da reconciliação. De sorte que somos embaixadores da parte de Cristo, como se Deus por nós rogasse. Rogamo-vos, pois, da parte de Cristo, que vos reconcilieis com Deus.” (2 Coríntios 5:19-20)

Nossas maiores bênçãos são espirituais. Se alguém ficar doente (fisicamente), nós devemos orar, impor as nossas mãos sobre o doente, ungir com azeite se for necessário (Está alguém entre vós doente? Chame os presbíteros da igreja, e orem sobre ele, ungindo-o com azeite em nome do Senhor; E a oração da fé salvará o doente, e o Senhor o levantará; e, se houver cometido pecados, ser-lhe-ão perdoados. Tiago 5:14-15). Se for da vontade de Deus ele será curado. Se isso não acontecer, louvemos a Deus do mesmo modo, porque Ele certamente tem um propósito naquela enfermidade, para nós e para quem estiver por perto (e que fique claro, isso não significa falta de fé). Talvez a cura não venha para que possamos aprender com a dor, a fim de consolar outros que vierem a passar por dores semelhantes (Que nos consola em toda a nossa tribulação, para que também possamos consolar os que estiverem em alguma tribulação, com a consolação com que nós mesmos somos consolados por Deus – 2 Coríntios 1:4). A diferença entre um pagão idólatra e um cristão verdadeiramente nascido de novo é que o primeiro só acredita que Deus está ao seu lado quando tudo vai bem. O verdadeiro crente, porém, se regozija também na falta de saúde, dinheiro, prosperidade, liberdade etc.

“Sei estar abatido e sei também ter abundância; em toda a maneira e em todas as coisas, estou instruído, tanto a ter fartura como a ter fome, tanto a ter abundância como a padecer necessidade. Posso todas as coisas naquele que me fortalece” (Filipenses 4:12-13).

“Bendito o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, o qual nos abençoou com todas as bênçãos espirituais nos lugares celestiais em Cristo, como também nos elegeu nele antes da fundação do mundo, para que fôssemos santos e irrepreensíveis diante dele em caridade, e nos predestinou para filhos de adoção por Jesus Cristo, para si mesmo, segundo o beneplácito de sua vontade, para louvor e glória da sua graça, pela qual nos fez agradáveis a si no Amado. Em quem temos a redenção pelo seu sangue, a remissão das ofensas, segundo as riquezas da sua graça” (Efésios 1:3-7).

Devemos esperar em Deus sempre, mas, principalmente, esperando aquilo que ainda virá; aquilo que está preparado para os seus, afinal, como diz Paulo: “Se esperamos em Cristo só nesta vida, somos os mais miseráveis de todos os homens.” (1 Coríntios 15:19).

A graça de Deus neste mundo mau nos é suficiente. A graça de Deus nos basta.

Bom, é assim que eu interpreto a frase “ide e curai enfermos”.

E se você, que está lendo esse texto, está passando por alguma enfermidade (física ou espiritual), saiba: Deus quer te curar. Mas, antes de qualquer coisa, ele quer um relacionamento pessoal com você. Aproxime-se de Deus hoje. Busque-o agora. Entregue sua vida ao senhorio de Jesus Cristo. Creia que Ele pagou por todos os seus pecados e que levou sobre si todas as suas doenças. Apenas creia nisso. Fazendo assim, ainda que sua doença física não seja curada, tenha certeza, sua alma será sarada e você passará, imediatamente, da morte para a vida. E, ainda que você morra, viverá. Crê tu nisto?

Kerwin Muriel

É formado em Direito pela Universidade de Cuiabá e pós-graduado em Gestão Pública do Poder Judiciário pela UNIFLU-RJ. Bacharelando em Teologia pela Escola Teológica Charles Spurgeon. Casado com Cleynise e pai da Nicolye.

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